Preço de mandioca: cotação e histórico
Em setembro de 2026, o preço médio recebido pelos produtores de mandioca no Paraná (Mandioca) foi de R$ 576,63 por tonelada, alta de 4,5% sobre o mês anterior e alta de 14,8% em 12 meses.
Em setembro de 2026, o preço médio recebido pelos produtores de mandioca em Santa Catarina (Mandioca) foi de R$ 631,61 por tonelada, queda de 1,3% sobre o mês anterior.
Em 2025, o preço médio implícito de mandioca (valor da produção dividido pela quantidade produzida, segundo o IBGE) variou de R$ 529,94 no Amapá a R$ 2.243,78 no Tocantins por tonelada, entre 27 estados.
Histórico de preços de mandioca
- Paraná: R$ 576,63 (set/26)
- Santa Catarina: R$ 631,61 (set/26)
| Mês | Paraná | Santa Catarina |
|---|---|---|
| setembro de 2026 | R$ 576,63 | R$ 631,61 |
| agosto de 2026 | R$ 551,81 | R$ 639,89 |
| julho de 2026 | R$ 505,14 | R$ 643,59 |
| junho de 2026 | R$ 499,04 | R$ 642,74 |
| maio de 2026 | R$ 524,95 | R$ 642,71 |
| abril de 2026 | R$ 535,02 | R$ 671,88 |
| março de 2026 | R$ 525,02 | R$ 678,57 |
| fevereiro de 2026 | R$ 473,64 | R$ 643,06 |
| janeiro de 2026 | R$ 482,45 | R$ 742,50 |
| dezembro de 2025 | R$ 501,26 | R$ 724,44 |
| novembro de 2025 | R$ 535,38 | R$ 711,67 |
| outubro de 2025 | R$ 543,57 | R$ 677,03 |
| setembro de 2025 | R$ 502,19 | — |
Preço de mandioca por estado
Preço médio implícito do IBGE (Produção Agrícola e Pecuária Municipal): valor da produção dividido pela quantidade produzida no ano, em reais por tonelada. Cobre 27 estados em 2025. Não é cotação de mercado: reflete o que foi produzido e vendido em cada estado, com variedades e qualidades diferentes.
| Estado | 2025 | 2024 | Variação |
|---|---|---|---|
| Tocantins (TO) | R$ 2.243,78 | R$ 2.134,02 | ▲ +5,1% |
| Rio Grande do Sul (RS) | R$ 2.109,82 | R$ 2.260,65 | ▼ −6,7% |
| Mato Grosso (MT) | R$ 2.089,60 | R$ 2.120,19 | ▼ −1,4% |
| Rondônia (RO) | R$ 2.045,10 | R$ 1.991,72 | ▲ +2,7% |
| Roraima (RR) | R$ 1.818,62 | R$ 1.507,23 | ▲ +20,7% |
| Distrito Federal (DF) | R$ 1.649,99 | R$ 1.799,99 | ▼ −8,3% |
| Santa Catarina (SC) | R$ 1.635,00 | R$ 1.628,60 | ▲ +0,4% |
| Amazonas (AM) | R$ 1.603,21 | R$ 1.342,46 | ▲ +19,4% |
| Rio de Janeiro (RJ) | R$ 1.427,64 | R$ 1.274,41 | ▲ +12,0% |
| Paraíba (PB) | R$ 1.272,65 | R$ 975,78 | ▲ +30,4% |
| Pernambuco (PE) | R$ 1.172,13 | R$ 921,78 | ▲ +27,2% |
| Goiás (GO) | R$ 1.165,09 | R$ 1.097,73 | ▲ +6,1% |
| Pará (PA) | R$ 1.082,65 | R$ 1.170,11 | ▼ −7,5% |
| Alagoas (AL) | R$ 1.047,70 | R$ 771,40 | ▲ +35,8% |
| Sergipe (SE) | R$ 921,41 | R$ 844,27 | ▲ +9,1% |
| Espírito Santo (ES) | R$ 888,78 | R$ 1.025,49 | ▼ −13,3% |
| Rio Grande do Norte (RN) | R$ 805,92 | R$ 898,14 | ▼ −10,3% |
| Minas Gerais (MG) | R$ 763,73 | R$ 836,27 | ▼ −8,7% |
| Acre (AC) | R$ 725,92 | R$ 656,20 | ▲ +10,6% |
| Bahia (BA) | R$ 724,70 | R$ 765,68 | ▼ −5,4% |
| Paraná (PR) | R$ 661,53 | R$ 593,38 | ▲ +11,5% |
| São Paulo (SP) | R$ 642,92 | R$ 678,17 | ▼ −5,2% |
| Piauí (PI) | R$ 640,01 | R$ 597,01 | ▲ +7,2% |
| Maranhão (MA) | R$ 622,65 | R$ 657,35 | ▼ −5,3% |
| Ceará (CE) | R$ 593,50 | R$ 640,72 | ▼ −7,4% |
| Mato Grosso do Sul (MS) | R$ 578,09 | R$ 624,18 | ▼ −7,4% |
| Amapá (AP) | R$ 529,94 | R$ 511,89 | ▲ +3,5% |
Histórico anual por estado
- Paraná: R$ 661,53 (jan/25)
- Goiás: R$ 1.165,09 (jan/25)
- Mato Grosso: R$ 2.089,60 (jan/25)
- Rio Grande do Sul: R$ 2.109,82 (jan/25)
- São Paulo: R$ 642,92 (jan/25)
| Ano | Paraná | Goiás | Mato Grosso | Rio Grande do Sul | São Paulo |
|---|---|---|---|---|---|
| 2025 | R$ 661,53 | R$ 1.165,09 | R$ 2.089,60 | R$ 2.109,82 | R$ 642,92 |
| 2024 | R$ 593,38 | R$ 1.097,73 | R$ 2.120,19 | R$ 2.260,65 | R$ 678,17 |
| 2023 | R$ 869,64 | R$ 1.013,18 | R$ 1.599,78 | R$ 2.035,20 | R$ 903,39 |
| 2022 | R$ 803,69 | R$ 1.058,25 | R$ 1.430,22 | R$ 1.656,77 | R$ 874,59 |
| 2021 | R$ 492,33 | R$ 1.015,42 | R$ 1.501,34 | R$ 1.225,93 | R$ 624,16 |
| 2020 | R$ 434,03 | R$ 842,87 | R$ 916,88 | R$ 1.118,45 | R$ 598,30 |
| 2019 | R$ 413,10 | R$ 604,33 | R$ 1.027,35 | R$ 1.014,55 | R$ 424,96 |
| 2018 | R$ 519,82 | R$ 538,02 | R$ 890,65 | R$ 990,60 | R$ 519,97 |
| 2017 | R$ 546,23 | R$ 542,86 | R$ 956,25 | R$ 1.063,29 | R$ 557,40 |
| 2016 | R$ 348,71 | R$ 443,40 | R$ 1.235,60 | R$ 1.077,56 | R$ 400,75 |
Médias anuais de mandioca
| Ano | Mandioca (tonelada) |
|---|---|
| 2026 | R$ 519,30 |
| 2025 | R$ 552,19 |
| 2024 | R$ 525,50 |
| 2023 | R$ 797,49 |
| 2022 | R$ 817,82 |
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Perguntas frequentes sobre o preço de mandioca
Qual é o preço de mandioca?
Em setembro de 2026, o preço médio recebido pelos produtores de mandioca no Paraná (Mandioca) foi de R$ 576,63 por tonelada, alta de 4,5% sobre o mês anterior e alta de 14,8% em 12 meses. São médias mensais publicadas por fontes oficiais, não cotações em tempo real. O dado mais recente depende do calendário de divulgação da fonte.
Como o preço de mandioca variou nos últimos 12 meses?
No Paraná, entre outubro de 2025 e setembro de 2026, o preço (Mandioca) ficou entre R$ 473,64 (fevereiro de 2026) e R$ 576,63 (setembro de 2026) por tonelada, com variação de +6,1% no período. Os valores são nominais, sem correção pela inflação.
Mandioca é mais caro no Paraná ou em Santa Catarina?
Em setembro de 2026, o preço médio recebido pelo produtor foi de R$ 576,63 no Paraná e R$ 631,61 em Santa Catarina, por tonelada (Santa Catarina 9,5% acima). As fontes usam metodologias, praças e qualidades diferentes, então a comparação é apenas uma referência.
Qual estado paga mais por mandioca?
Em 2025, o preço médio implícito de mandioca (valor da produção dividido pela quantidade produzida, segundo o IBGE) variou de R$ 529,94 no Amapá a R$ 2.243,78 no Tocantins por tonelada, entre 27 estados. O maior preço médio foi no Tocantins e o menor no Amapá. É um preço médio anual implícito calculado pelo IBGE a partir do valor e da quantidade produzidos; não é cotação de mercado e depende do tipo de produto de cada estado.
De onde vêm os preços de mandioca no Agroline?
Os dados vêm de SEAB/DERAL · preços médios mensais recebidos pelos produtores (Paraná); Epagri/Cepa · preços médios recebidos pelos agricultores (Santa Catarina); IBGE · Produção Agrícola e Pecuária Municipal (preço médio implícito = valor da produção ÷ quantidade). O Agroline reúne e organiza as séries publicadas, preserva a descrição, a unidade e o período originais e não faz médias entre produtos ou fontes diferentes. Consulte a fonte oficial antes de decidir negócios.
Dados abertos e fontes
Baixe a série completa em JSON ou CSV.
- SEAB/DERAL · preços médios mensais recebidos pelos produtores (Paraná)
- Epagri/Cepa · preços médios recebidos pelos agricultores (Santa Catarina)
- IBGE · Produção Agrícola e Pecuária Municipal (preço médio implícito = valor da produção ÷ quantidade)
Valores nominais (sem correção pela inflação). Atualização automática a partir das fontes; última consulta em 12/10/2026. Informação de referência: não substitui orientação técnica nem é recomendação de compra ou venda.
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